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terça-feira, 17 de maio de 2016

Coluna Foco Esportivo #26

Oeste disputará a Série B do Brasileiro com elenco e comissão técnica do Audax. É ético? Esse é o tema da coluna Foco Esportivo #26.

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segunda-feira, 9 de maio de 2016

Coluna Foco Esportivo #20

A final do Campeonato Paulista teve um campeão merecido e um time histórico. Esse é o tema da coluna Foco Esportivo #20.
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domingo, 8 de maio de 2016

Santos e Audax: um campeão merecido e um time histórico

A final do Campeonato Paulista 2016 reuniu dois times ofensivos e com estratégias diferentes entre si, mas bem definidas.

O Santos mais agudo, com contra-ataques mortais e lançamentos precisos. Já o Audax com sua posse de bola ousada e uma troca de passes fria e calculista.

Quem fosse campeão, seria merecido. E o Santos, letal, foi quem ficou com o título.

Mas, para atingir esse objetivo, o time santista sofreu diante de sua própria torcida. Marcando em seu próprio campo defensivo e deixando o Audax jogar, a equipe anfitriã viu o goleiro Vanderlei trabalhar bastante e contar com a sorte no bombardeio do clube de Osasco, que, repetindo o que o Peixe fez na Grande São Paulo, acertou a trave duas vezes na Vila Belmiro.

O primeiro tempo foi totalmente dominado pelo Audax, que levou perigo em chutes de fora da área. Mas, foi o Santos quem abriu o placar em um contra-ataque mortal. Vitor Bueno roubou a bola na defesa santista e acertou um belo lançamento para Ricardo Oliveira. O centroavante da seleção brasileira arrancou de frente com a zaga osasquense, deu uma caneta no zagueiro e tocou com categoria na saída de Sidão para fazer o gol do título santista.

Na segunda etapa, o mesmo panorama: o Audax atacando e o Santos esperando o contragolpe para matar o confronto. E poderia ter feito isso duas vezes: uma com Joel, que teve um gol muito mal anulado pela arbitragem, e outra com Ronaldo Mendes, que perdeu gol sem goleiro.

No final, a precisão santista prevaleceu e o Peixe faturou seu 22° titulo estadual.

Mas, o Audax merece ser destacado. Seu estilo de jogo ousado, irreverente e, às vezes, até irresponsável, entrou para história. Em um momento tão crítico para o futebol brasileiro, Fernando Diniz e o Grêmio Osasco Audax mostraram que ainda é possível fazer diferente, jogar bonito e chegar longe. Passar por Palmeiras, São Paulo, Corinthians e fazer frente ao Santos em uma decisão estadual é um feito histórico e que merece ser respeitado.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Coluna Foco Esportivo #15

Santos e Audax deram uma aula de futebol na primeira partida da final do Paulistão. Esse é o tema da coluna a Foco Esportivo #15.

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domingo, 1 de maio de 2016

Santos e Audax mostram o que é futebol

A primeira partida da decisão do Campeonato Paulista foi de altíssimo nível. Santos e Audax deram uma verdadeira aula de futebol com duas propostas de jogo bem diferentes, mas com o mesmo objetivo: fazer gols.

Ao seu estilo já tradicional, o Audax tentava manter a posso de bola e trabalhar sem chutões. Mas, a estratégia do Santos de marcar sem pressão enquanto a bola estava com os jogadores de linha funcionou bem e travou as iniciativas dos anfitriões. Quando a bola chegava no goleiro Sidão, o Santos apertava a saída de bola e obrigava o Audax a isolar a bola.

Assim, no primeiro tempo, o Santos dominou o Audax e poderia ter decidido a final já nos primeiros 45 dos 180 minutos de decisão. Ricardo Oliveira acertou a trave duas vezes, Vitor Bueno perdeu um gol frente a frente com o goleiro Sidão e Gustavo Henrique sofreu um pênalti não marcado pela arbitragem.

Na segunda etapa, Fernando Diniz mudou o Audax ao colocar Wellington no lugar de Juninho. E a mudança surtiu efeito. O time de Osasco dominou o Santos e passou a criar chances de gol em sequência. Foi a vez do Audax perder a chance de matar a decisão, em chances perdidas com Mike (duas vezes), Ytalo e Velicka.

De tanto insistir, o Audax abriu o placar com Mike. Mesmo em vantagem, o clube osasquense seguiu pressionando o Santos, que viu sua grande estrela, Lucas Lima, se lesionar e dar lugar a Ronaldo Mendes.

E essa mudança mudou o destino do duelo: quando o Osasco parecia mais perto do segundo gol, Ronaldo Mendes interceptou passe de Tchê Tchê na intermediária, avançou sozinho e acertou um petardo para igualar o placar.

O marcador permaneceu inalterado até o apito final. Um pecado pelo que foi a partida, com quase 40 finalizações e menos de 20 faltas.

O empate deixa o confronto em aberto. Favorito, o Santos mostrou ter um poder ofensivo respeitável, mas também se mostrou bem vulnerável. A Vila Belmiro será o caldeirão de sempre, mas o Palmeiras já mostrou que é possível surpreender o Santos em seu estádio.

Já o Audax entra como franco atirador e, por jogar sem pressão, pode surpreender com seu futebol ofensivo. Mas, pelo que se viu no primeiro tempo, é uma equipe que o Santos aprendeu a dominar e, se não se cuidar, sua defesa pode ter muitos problemas com o bombardeio santista.

Seja lá quem for o campeão, pelo que mostraram nesses primeiros meses de temporada, Santos e Audax farão jus ao título e um bem danado a quem gosta de futebol ofensivo.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Coluna Foco Esportivo #10

As semifinais emocionantes do Campeonato Paulista mostraram que o impossível é apenas uma meta a ser batida mais cedo ou mais tarde. Esse é o tema do Foco Esportivo #10.
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sábado, 23 de abril de 2016

A mística continua no Itaquerão

Demorou quase 100 anos para o Corinthians ter um estádio para chamar de seu. Aos trancos e barrancos, com apoio de governantes e sob investigação, conseguiu erguer o Itaquerão (saiba mais aqui).

Mas, desde então, o alvinegro jamais conseguiu ser campeão no mata-mata, tendo conquistado nesses dois anos e meio, apenas o título brasileiro, em 2015, e que é em pontos corridos, sem jogos eliminatórios.

Nesse período, foi eliminado no Itaquerão duas vezes no Campeonato Paulista (Palmeiras em 2015 e Audax em 2016), uma na Copa do Brasil (Santos em 2015) e outra na Libertadores/(Guarany do Paraguai, em 2015). Em 2014, foi eliminado da Copa do Brasil pelo Atlético Mineiro, mas com o segundo jogo em Minas Gerais.

O trabalho do técnico Tite tem sido excepcional, afinal, pelo Corinthians, ele já ganhou tudo: Paulista, Copa do Brasil, Brasileiro, Libertadores e Mundial. Além disso, está conduzindo com excelência mais uma reformulação no clube em menos de um ano. E está conseguindo fazer os jogadores do elenco renderem muito bem.

Mas está faltando a "cereja do bolo": ser campeão em um mata-mata.

A chance mais próxima, de acordo com o calendário, está na Libertadores desse ano. O primeiro adversário a ser superado, nas oitavas de final, será o Nacional do Uruguai, time que Tite classificou como de "baixo nível de competitividade" (veja aqui a declaração do treinador).

Ano passado, o time de Tite não resistiu ao limitado Guaraní paraguaio. Será que nesse ano o resultado será diferente?

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Coluna Foco Esportivo #8

Provocações sadias entre clubes alegram o futebol? Esse é o tema da coluna Foco Esportivo #8, para o Nova Esportes.

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segunda-feira, 18 de abril de 2016

Coluna Foco Esportivo #6

A bipolaridade do São Paulo é o tema da coluna a Foco Esportivo, para o Nova Esportes. Clique aqui e ouça o boletim na íntegra.

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domingo, 10 de abril de 2016

Grandes paulistas: semifinal é obrigação

Finalmente acabaram as 15 rodadas do interminável Campeonato Paulista. Único grande que não chegou à última rodada classificado para as quartas-de-final, o Palmeiras venceu o Mogi Mirim e se garantiu em primeiro lugar do grupo. Santos, São Paulo e Corinthians já tinham garantido a classificação antecipada e com tranquilidade, principalmente Corinthians e Santos, que não sofreram sustos nesses quatro primeiros meses. Diante dos rivais das quartas, a obrigação dos quatro grandes do estado é avançar à semi.

Santos x São Bento: na Vila Belmiro, o Santos recebe a segunda melhor defesa do Campeonato. Favorito, o Peixe talvez tenha o adversário mais chato dessa fase.

Audax x São Paulo: único grande a não terminar em primeiro do grupo, o São Paulo vai até Osasco (se o Audax não decidir ganhar mais $$$ e mandar o jogo em outro estádio) enfrentar o Grêmio Osasco Audax. Instável, o Tricolor do Morumbi terá que jogar muita bola para passar pelo Audax, um time ajeitado mas limitado.

Palmeiras x São Bernardo: o Verdão só se garantiu nas quartas na última rodada, assim como seu adversário. Pelo que os oito classificados jogaram na primeira fase, o São Bernardo é o adversário mais frágil do mata-mata. O Palmeiras tem mais elenco, mas divide o foco com a Libertadores, onde pode acabar eliminado e fragilizado para o resto do Paulistão. Ainda assim, o Alviverde é muito favorito.

Corinthians x Redbull: os quatro primeiros meses do Corinthians escondem a profunda reformulação no time titular. O excepcional trabalho de Tite fez com que o clube terminasse a primeira fase com a melhor campanha e é amplo favorito a avançar. O Redbull chega como franco atirador e sua classificação para a próxima seria a maior zebra da competição.

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