Mostrando postagens com marcador campeonato paulista 2016. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador campeonato paulista 2016. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Coluna Foco Esportivo #21

Os campeonatos estaduais começam a ficar no passado com a aproximação do Brasileirão. Você já consegue apostar em algum favorito? Esse é o tema da coluna Foco Esportivo #21.
Clique aqui e ouça o boletim da íntegra.
E acompanhe a coluna Foco Esportivo dentro do programa Nova Esportes, de segunda a sexta, a partir das 19h, pelo site www.novadifusora.com.br

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Coluna Foco Esportivo #20

A final do Campeonato Paulista teve um campeão merecido e um time histórico. Esse é o tema da coluna Foco Esportivo #20.
Clique aqui e confira o boletim na íntegra.
E acompanhe a coluna Foco Esportivo dentro do programa Nova Esportes, de segunda a sexta, a partir das 19h, pelo www.novadifusora.com.br

domingo, 8 de maio de 2016

Santos e Audax: um campeão merecido e um time histórico

A final do Campeonato Paulista 2016 reuniu dois times ofensivos e com estratégias diferentes entre si, mas bem definidas.

O Santos mais agudo, com contra-ataques mortais e lançamentos precisos. Já o Audax com sua posse de bola ousada e uma troca de passes fria e calculista.

Quem fosse campeão, seria merecido. E o Santos, letal, foi quem ficou com o título.

Mas, para atingir esse objetivo, o time santista sofreu diante de sua própria torcida. Marcando em seu próprio campo defensivo e deixando o Audax jogar, a equipe anfitriã viu o goleiro Vanderlei trabalhar bastante e contar com a sorte no bombardeio do clube de Osasco, que, repetindo o que o Peixe fez na Grande São Paulo, acertou a trave duas vezes na Vila Belmiro.

O primeiro tempo foi totalmente dominado pelo Audax, que levou perigo em chutes de fora da área. Mas, foi o Santos quem abriu o placar em um contra-ataque mortal. Vitor Bueno roubou a bola na defesa santista e acertou um belo lançamento para Ricardo Oliveira. O centroavante da seleção brasileira arrancou de frente com a zaga osasquense, deu uma caneta no zagueiro e tocou com categoria na saída de Sidão para fazer o gol do título santista.

Na segunda etapa, o mesmo panorama: o Audax atacando e o Santos esperando o contragolpe para matar o confronto. E poderia ter feito isso duas vezes: uma com Joel, que teve um gol muito mal anulado pela arbitragem, e outra com Ronaldo Mendes, que perdeu gol sem goleiro.

No final, a precisão santista prevaleceu e o Peixe faturou seu 22° titulo estadual.

Mas, o Audax merece ser destacado. Seu estilo de jogo ousado, irreverente e, às vezes, até irresponsável, entrou para história. Em um momento tão crítico para o futebol brasileiro, Fernando Diniz e o Grêmio Osasco Audax mostraram que ainda é possível fazer diferente, jogar bonito e chegar longe. Passar por Palmeiras, São Paulo, Corinthians e fazer frente ao Santos em uma decisão estadual é um feito histórico e que merece ser respeitado.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Coluna Foco Esportivo #16

Final única do Paulistão no Pacaembu? Esse é o tema da coluna Foco Esportivo #16.

Clique aqui e confira o boletim na íntegra.

E acompanhe a coluna Foco Esportivo dentro do programa Nova Esportes, de segunda a sexta, a partir das 19h, pelo site www.novadifusora.com.br

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Coluna Foco Esportivo #15

Santos e Audax deram uma aula de futebol na primeira partida da final do Paulistão. Esse é o tema da coluna a Foco Esportivo #15.

Clique aqui e ouça o boletim na íntegra.

E acompanhe a coluna Foco Esportivo dentro do programa Nova Esportes, de segunda a sexta, a partir das 19h, pelo site www.novadifusora.com.br

domingo, 1 de maio de 2016

Santos e Audax mostram o que é futebol

A primeira partida da decisão do Campeonato Paulista foi de altíssimo nível. Santos e Audax deram uma verdadeira aula de futebol com duas propostas de jogo bem diferentes, mas com o mesmo objetivo: fazer gols.

Ao seu estilo já tradicional, o Audax tentava manter a posso de bola e trabalhar sem chutões. Mas, a estratégia do Santos de marcar sem pressão enquanto a bola estava com os jogadores de linha funcionou bem e travou as iniciativas dos anfitriões. Quando a bola chegava no goleiro Sidão, o Santos apertava a saída de bola e obrigava o Audax a isolar a bola.

Assim, no primeiro tempo, o Santos dominou o Audax e poderia ter decidido a final já nos primeiros 45 dos 180 minutos de decisão. Ricardo Oliveira acertou a trave duas vezes, Vitor Bueno perdeu um gol frente a frente com o goleiro Sidão e Gustavo Henrique sofreu um pênalti não marcado pela arbitragem.

Na segunda etapa, Fernando Diniz mudou o Audax ao colocar Wellington no lugar de Juninho. E a mudança surtiu efeito. O time de Osasco dominou o Santos e passou a criar chances de gol em sequência. Foi a vez do Audax perder a chance de matar a decisão, em chances perdidas com Mike (duas vezes), Ytalo e Velicka.

De tanto insistir, o Audax abriu o placar com Mike. Mesmo em vantagem, o clube osasquense seguiu pressionando o Santos, que viu sua grande estrela, Lucas Lima, se lesionar e dar lugar a Ronaldo Mendes.

E essa mudança mudou o destino do duelo: quando o Osasco parecia mais perto do segundo gol, Ronaldo Mendes interceptou passe de Tchê Tchê na intermediária, avançou sozinho e acertou um petardo para igualar o placar.

O marcador permaneceu inalterado até o apito final. Um pecado pelo que foi a partida, com quase 40 finalizações e menos de 20 faltas.

O empate deixa o confronto em aberto. Favorito, o Santos mostrou ter um poder ofensivo respeitável, mas também se mostrou bem vulnerável. A Vila Belmiro será o caldeirão de sempre, mas o Palmeiras já mostrou que é possível surpreender o Santos em seu estádio.

Já o Audax entra como franco atirador e, por jogar sem pressão, pode surpreender com seu futebol ofensivo. Mas, pelo que se viu no primeiro tempo, é uma equipe que o Santos aprendeu a dominar e, se não se cuidar, sua defesa pode ter muitos problemas com o bombardeio santista.

Seja lá quem for o campeão, pelo que mostraram nesses primeiros meses de temporada, Santos e Audax farão jus ao título e um bem danado a quem gosta de futebol ofensivo.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Coluna Foco Esportivo #10

As semifinais emocionantes do Campeonato Paulista mostraram que o impossível é apenas uma meta a ser batida mais cedo ou mais tarde. Esse é o tema do Foco Esportivo #10.
Clique aqui e ouça o boletim na íntegra.
E acompanhe o Nova Esportes: de segunda a sexta, a partir das 19h, pelo www.novadifusora.com.br

domingo, 24 de abril de 2016

Santos na final estadual de novo

O futebol é um dos esportes mais surpreendentes e emocionantes que existem.

Escrever sobre um jogo que reuniu dois times rivais, com os ânimos exaltados desde o ano passado e em mais uma decisão é um desafio enorme. Ainda mais em um jogo que parecia resolvido até os 41 minutos do segundo tempo.

Santos e Palmeiras têm feito um dos clássicos mais apimentados do país desde 2015. E quis o destino que os dois se reencontrassem nesse domingo, dia 24 de abril, em uma semifinal de Campeonato Paulista.

O duelo começou morno, com muita marcação e pouca criatividade. O Santos era melhor e ousava mais, enquanto que o Palmeiras esperava uma brecha para contra atacar ou jogar a bola na área santista.

Aos poucos, os times foram se soltando e, em um contra ataque letal, Lucas Lima, com passe clínico, lançou Gabriel, o Gabigol, que justificou o apelido ao dominar a bola, avançar em velocidade, driblar a zaga palmeirense e bater com categoria, tirando de Prass e colocando o Santos em vantagem.

No segundo tempo, os times "viraram a chave", e a partida morna pegou fogo. Ainda sem muitas chances de gol, mas com divididas mais ríspidas e intensas.

Até que Zeca recebeu de Lucas Lima, cortou o defensor palmeirense e deu belo passe para Gabriel, de novo, balançar as redes.

A partida seguiu sob ritmo intenso, com o Palmeiras se doando 150% e o Santos dando espaços. E o alvinegro pagou por isso.

Em dois minutos, mais precisamente aos 42 e 43 minutos do segundo tempo, Rafael Marques empatou o jogo e calou a torcida que cantava "eliminado" ao clube palestrino.

O placar não foi mais alterado e a decisão foi para as penalidades. E nas penalidades, o Santos se deu melhor e garantiu, pela oitava vez seguida, presença na final do Paulista.

O adversário santista na final será o surpreendente e perigoso Grêmio Osasco Audax, que eliminou o Corinthians, também nas penalidades, no Itaquerão.

Ao Palmeiras, sobrou garra e poder de reação. Faltou mais iniciativa no início do jogo e precisão para aproveitar os espaços que o Santos deu, principalmente no segundo tempo.

Ao Santos, faltou mais frieza para segurar o jogo e, principalmente, poder de marcação. O Palmeiras teve muita liberdade para criar oportunidades e Dorival Junior, técnico santista, terá muito trabalho para organizar seu time para as finais. Mas sobrou qualidade ofensiva, uma das melhores virtudes do futebol.

Por fim, vale destacar a injusta expulsão de Cuca, técnico palmeirense que tomou cartão vermelho ao entrar em campo para comemorar o segundo gol de seu time. É uma imoralidade o que estão fazendo com o futebol! Não se pode mais comemorar nem gol!! Se o jogador abraça a torcida, leva cartão, se o técnico entra em campo para se ajoelhar, abraçar seu atleta ou agradecer um jogador, sem influenciar no reinício da partida, ele toma cartão também. É patético, chato, injusto e atrapalha o espetáculo. O futebol é emoção e censurar a comemoração e censurar a emoção. Chega de chatice!!! Chega de recalque no futebol. Chega de regras feitas por  quem nunca jogou bola.

sábado, 23 de abril de 2016

A mística continua no Itaquerão

Demorou quase 100 anos para o Corinthians ter um estádio para chamar de seu. Aos trancos e barrancos, com apoio de governantes e sob investigação, conseguiu erguer o Itaquerão (saiba mais aqui).

Mas, desde então, o alvinegro jamais conseguiu ser campeão no mata-mata, tendo conquistado nesses dois anos e meio, apenas o título brasileiro, em 2015, e que é em pontos corridos, sem jogos eliminatórios.

Nesse período, foi eliminado no Itaquerão duas vezes no Campeonato Paulista (Palmeiras em 2015 e Audax em 2016), uma na Copa do Brasil (Santos em 2015) e outra na Libertadores/(Guarany do Paraguai, em 2015). Em 2014, foi eliminado da Copa do Brasil pelo Atlético Mineiro, mas com o segundo jogo em Minas Gerais.

O trabalho do técnico Tite tem sido excepcional, afinal, pelo Corinthians, ele já ganhou tudo: Paulista, Copa do Brasil, Brasileiro, Libertadores e Mundial. Além disso, está conduzindo com excelência mais uma reformulação no clube em menos de um ano. E está conseguindo fazer os jogadores do elenco renderem muito bem.

Mas está faltando a "cereja do bolo": ser campeão em um mata-mata.

A chance mais próxima, de acordo com o calendário, está na Libertadores desse ano. O primeiro adversário a ser superado, nas oitavas de final, será o Nacional do Uruguai, time que Tite classificou como de "baixo nível de competitividade" (veja aqui a declaração do treinador).

Ano passado, o time de Tite não resistiu ao limitado Guaraní paraguaio. Será que nesse ano o resultado será diferente?

terça-feira, 19 de abril de 2016

Coluna Foco Esportivo #7

Santos e Palmeiras se encontram novamente em um duelo decisivo. Esse é o tema da coluna Foco Esportivo #7, para o Nova Esportes.

Clique aqui e ouça o boletim na íntegra.

Acompanhe o Nova Esportes, de segunda a sexta, a partir das 19h, pelo www.novadifusora.com.br

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Coluna Foco Esportivo #6

A bipolaridade do São Paulo é o tema da coluna a Foco Esportivo, para o Nova Esportes. Clique aqui e ouça o boletim na íntegra.

E acompanhe o Nova Esportes, de segunda a sexta-feira, a partir das 19h, pelo www.novadifusora.com.br

sábado, 16 de abril de 2016

Tite coloca o Corinthians na semifinal do Paulista

O Corinthians atropelou o Red Bull Brasil por 4x0 no duelo que abriu as quartas de final do Campeonato Paulista 2016.

O placar elástico foi até pouco diante da superioridade corintiana.

A partida começou bem chata, com os times em segunda marcha. Mas, aos poucos, o time comandado por Tite foi envolvendo o adversário e os gols fluíram naturalmente com Giovanni Augusto, André, Lucca e Alan Mineiro.

O destaque é a maneira como o time do Parque São Jorge joga: organizado, trabalhando a bola, com funções bem definidas defensivamente e ofensivamente. Todos correm, todos marcam, mas cada um fazendo seu papel.

Isso é resultado de um time verdadeiramente treinado e orientado. Hoje, Tite é, de longe, o melhor treinador brasileiro.

Tite não estar na seleção brasileira é um erro que só quem não conhece futebol é capaz de cometer. E a CBF está cheia de pessoas assim.

Mais lidas