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domingo, 18 de fevereiro de 2024

Santos faz sua pior partida no ano

Uma tarde péssima para os santistas.

Em plena Vila Belmiro, o Santos não viu a cor da bola contra o Novorizontino. O placar de 2x1 para o clube interiorano foi pouco diante de tudo o que produziu o aurinegro, principalmente no primeiro tempo.

O Santos entrou com dois centroavantes - Morelos e Bigode - e pouco produziu no ataque. Ambos praticamente não tocaram na bola.

Defensivamente, Joaquim e Gil batiam cabeça na cobertura dos laterais e volantes e davam botes errados, deixando livres os atacantes adversários. E foi assim que o Novorizontino abriu o placar. E pouco depois acertou a trave. 

E em seguida ampliou com Rômulo, ganhando da zaga praiana em mais uma jogada bem trabalhada pelo ataque aurinegro, aproveitando o espaço entrelinhas na defesa alvinegra.

Aderlan e Felipe Jonatan sofriam nas laterais - FJ perdeu praticamente todos os duelos pelo seu setor.

No meio, Schmidt não acertou o ritmo de marcação e nem de construção. Pituca ficou isolado e pouco apareceu. 

No segundo tempo, Carille mexeu. Mas manteve o esquema ineficiente, apenas trocando peças, não funções.

Com o jogo controlado, o Novorizontino apenas administrou a partida e pouco sofreu, mesmo com o gol de Pituca, de cabeça. 

O Santos até esboçou uma pressão no final, mas nada que gerasse muitos transtornos ao Novorizontino. 

Derrotado, o Peixe deixou muito a desejar diante de um adversário que vem bem no Paulistão e quase conseguiu o acesso à Série A do Brasileirão em 2023.

Se a surpreendente campanha santista recheada de vitórias - incluindo dois clássicos - estão na conta do Carille, essa derrota também vai com sua assinatura. Escalou um esquema que não funcionou e insistiu até o minuto final, mesmo com seu time pouco produzindo e sendo dominado na maior parte do jogo.


sexta-feira, 24 de março de 2023

Estádios Que Eu Conheci - Ulrico Mursa

O estádio xodó da cidade de Santos tem nome e sobrenome: Ulrico Mursa. Casa da Portuguesa Santista, o acanhado campo no Litoral Paulista é charmoso, pois é pequenino, tem arquibancadas bem próximas ao gramado e tem um ar nostálgico, como se estivéssemos em uma viagem no tempo. Vale muito a pena assistir uma partida nesse simpático estádio.

Embora já tivesse usado seu estacionamento, que às vezes é aberto para receber carros de torcedores que vão a jogos com grande público do Santos na Vila Belmiro, até 2015 eu ainda não havia assistido uma partida no local. E como assessor do Grêmio Mauaense, pude viver essa experiência.

E acabei dando sorte, pois apesar da tradição da camisa e da boa equipe da Briosa, que na época tinha como dirigente Rodrigão, ex-atacante do Santos, Inter e Guarani, por exemplo, o Grêmio Mauaense fez uma das suas melhores partidas da temporada 2015 e ganhou por 3x1. 

Eu estava na cabine de imprensa, que fica numa posição bem alta no estádio e permite uma visão maravilhosa do gramado. E lá eu conheci o Douglas Teixeira, da Agência Briosa, que faz um belíssimo trabalho de divulgação do clube santista e é o autor da foto que ilustra esse post. Extremamente competente e simpático, nos recebeu com muita atenção e capricho. E até onde eu saiba, segue trabalhando para o clube até hoje.

Ao final do campeonato, porém, nós dois tivemos o mesmo azar: Mauaense e Portuguesa Santista caíram na fase de grupos e permaneceram na última divisão do estadual.

Foto: Agência Briosa - Douglas Teixeira 

Estádios Que Eu Conheci - Antônio Soares de Oliveira

A cidade de Guarulhos, na grande São Paulo, tem um estádio bem tradicional pra chamar de seu: o Municipal Antônio Soares de Oliveira. Eu o conheci pessoalmente em 2015, durante a partida entre Guarulhos e Mauaense, pela Segunda Divisão do Paulista.

Nesse jogo, o time para o qual eu trabalhava (a equipe do ABC), não viu a cor da bola e perdeu por 4x1. Mas, ao menos tive a oportunidade de ver de pertinho mais um estádio! 

Aliás, esse campo fica numa região modesta e até surpreende que tenha um estádio ali, pois é bem no meio do bairro, cheio de casas e ruas residenciais em volta. E é lá que o Guarulhos e o Flamengo de Guarulhos mandam seus jogos. 

Pequenino, o "Ninho do Corvo" transforma-se em um caldeirão devido à proximidade da arquibancada em relação ao campo. E o Mauaense sentiu isso na pele, apesar de terem poucos torcedores nessa partida (aliás, como é de costume em jogos das divisões mais baixas dos campeonatos estaduais).

Foto: Prefeitura de Guarulhos

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